NO TOPO DA INDÚSTRIA CINEMATOGRÁFICA

 Um festival chega aos 36 anos porque está no caminho certo. Feito com a colaboração das maiores companhias produtoras internacionais, o Fantasporto sempre investiu na descoberta de novos cineastas - que o digam Alexander Iñarritu, Danny Boyle, David Fincher, Peter Jackson, Pedro Almodóvar, Michael Haneke ou os irmãos Coen que nele apresentaram os seus primeiros filmes. Assim será na edição de 2016, de 22 Fevereiro a 6 Março, no Rivoli.

A inovação na área do Cinema do festival vem de longe. Começou por ser um festival do fantástico e passou em 1991 a ser generalista. Nasceu nesse ano a Semana dos Realizadores e muitos festivais do género copiaram-no. Introduziu pela 1ª vez na Europa o cinema da Coreia do Sul e da Nova Zelândia. Outro grande trunfo tem a ver com o cruzamento com as artes subsidiárias do cinema. Já teve o ano da Arquitetura, da Dança, do Futuro, da Literatura, das Artes Plásticas, da Ciência e da Robótica com especialistas do ramo a participarem em conferências e debates. 2016 será o ano da Música.

O Fantasporto tem também como grande mérito a dedicação em prol do Cinema e da Cidade do Porto, desde 1981 sempre sob a direção dos seus fundadores. Esta estabilidade e um rumo bem definido faz com que o Fantasporto tenha obtido uma credibilidade internacional indesmentível que o colocou logo nos anos 90 no topo dos festivais da “Variety”, do “International Film Guide” e, mais recentemente no 1º lugar dos 10 mais influentes festivais independentes do mundo segundo a “Tripper”. Em 2016, são 40 países, na descoberta do mais recente e inovador do cinema mundial.

 

Direção do Fantasporto