A Janela (Maryalva Mix) Edgar Pêra
Portugal, 2001, fic., 104’, M/12
Versão Original: português
Lisboa, Largo de Santo Antoninho, Bica. O Senhor Ego à procura de um tal de António, boémio da Bica, amante, esposo (?), fadista, vendedor de pentes ao vintém e de outros artefactos. Mas quem é o verdadeiro António? É só um ou são vários ou é um caso de complexa esquizofrenia? O Senhor Ego anda perdido e cada vez mais confundido pelo destino e pelo fado sem saber quem é o verdadeiro António. Será ele Manuel João Vieira? Nuno Melo? Miguel Borges? João Didelet? José Wallenstein? Enfim, há uma certeza: o António é um homem extraordinário. E quantas amantes tem o António afinal? Elas são artistas, fadistas, espanholas e antropólogas, com vestimentas diferentes e mudanças de cor de cabelo, mas são todas uma só: a atriz Lúcia Sigalho.
A Janela (Maryalva Mix) é uma história burlesca, é uma história portuguesa, com certeza, com Lisboa, fados, dramas, facadas e elétricos amarelinhos à mistura.